"EU E OS OUTROS, DAQUI E DALI", será um espaço de reflexão e de registo de imagens e pensamentos colhidos e construídos nas vivências do dia-a-dia, que poderão ser em prosa, em verso, ou imagem.
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segunda-feira, maio 07, 2007
sábado, março 31, 2007
O ARCO-ÍRIS NA AVENIDA
O repuxo, quase a medo,
espreita por entre o lajedo
e mira tudo em redor…
Recolhe-se… volta a espreitar…
munido de nova energia
solta-se! Dá grande esticão.
Expande o seu grito, sua força,
sua alegria
com enérgica determinação.
Estica-se pelo espaço.
Rodopia nos braços da brisa…
É nuvem de gotas
orvalho…
Abraçado pelo sol
transmuta-se em arco de cores:
O arco-íris na avenida!
espreita por entre o lajedo
e mira tudo em redor…
Recolhe-se… volta a espreitar…
munido de nova energia
solta-se! Dá grande esticão.
Expande o seu grito, sua força,
sua alegria
com enérgica determinação.
Estica-se pelo espaço.
Rodopia nos braços da brisa…
É nuvem de gotas
orvalho…
Abraçado pelo sol
transmuta-se em arco de cores:
O arco-íris na avenida!
Jeracina Gonçalves
quinta-feira, março 29, 2007
ENERGIA POSITIVA
A Primavera chegou nas asas das andorinhas
e em meu coração se hospedou;
trouxe com ela as flores – seus risos e suas cores –,
a doçura das manhãs, a música dos pássaros cantores
Não sei de onde vem a plenitude que sinto em mim
o sonho, que me acompanha a cada hora e momento
e cumula, minha alma, desta terna emoção,
deste enorme sentimento, que enche o meu coração
Amigos riem comigo e soltam nas asas do vento
riso alegre, riso franco a progredir pelo ar;
riem as nuvens singelas, lilases e amarelas,
riem os pássaros voando, riem os peixes no mar.
e em meu coração se hospedou;
trouxe com ela as flores – seus risos e suas cores –,
a doçura das manhãs, a música dos pássaros cantores
Não sei de onde vem a plenitude que sinto em mim
o sonho, que me acompanha a cada hora e momento
e cumula, minha alma, desta terna emoção,
deste enorme sentimento, que enche o meu coração
Amigos riem comigo e soltam nas asas do vento
riso alegre, riso franco a progredir pelo ar;
riem as nuvens singelas, lilases e amarelas,
riem os pássaros voando, riem os peixes no mar.
Jeracina Gonçalves
quarta-feira, março 21, 2007
É PRIMAVERA!
A alma da Natureza, volátil no espaço alado,
toca a alma das coisas repassada de amor
Silhuetas de energia se encontram,
se penetram, se entrelaçam no ar
olhares se encandeiam
sonhos, desejos, olhares ao encontro de olhares
segredos em olhos húmidos à procura do seu mar
murmúrios emaranhados, corações a ciciar
um enleado de vozes, no espaço, a pulular
cânticos de esperança, sinfonia de chilreios
corpos despertos, bem vivos, p’rá ventura do amor…
A alma da Natureza, a transbordar de Amor,
vem enlear-se na minha e enche minha alma de cor!
JG
toca a alma das coisas repassada de amor
Silhuetas de energia se encontram,
se penetram, se entrelaçam no ar
olhares se encandeiam
sonhos, desejos, olhares ao encontro de olhares
segredos em olhos húmidos à procura do seu mar
murmúrios emaranhados, corações a ciciar
um enleado de vozes, no espaço, a pulular
cânticos de esperança, sinfonia de chilreios
corpos despertos, bem vivos, p’rá ventura do amor…
A alma da Natureza, a transbordar de Amor,
vem enlear-se na minha e enche minha alma de cor!
JG
CHEGOU A PRIMAVERA
domingo, março 18, 2007
A AMEIXIEIRA EM FLOR
No canteiro, aqui pertinho,
logo abaixo da janela,
abrem-se para mim
sorrisos de luz e cor
do pessegueiro, da ameixieira
do pessegueiro, da ameixieira
e da japoneira em flor.
JG
JG
quinta-feira, março 15, 2007
O TEMPO
Ainda agora foi presente
e já passou a passado
sem adornos, nem enfeites
despojado de atavios
partiu na voz do vento
nos pássaros que rasgam o ar
nos picos das ondas do mar
de espuma coroados.
Ainda agora foi presente
é agora já passado.
e já passou a passado
sem adornos, nem enfeites
despojado de atavios
partiu na voz do vento
nos pássaros que rasgam o ar
nos picos das ondas do mar
de espuma coroados.
Ainda agora foi presente
é agora já passado.
segunda-feira, março 12, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
O MOSTEIRO DE SANTA mARIA DE ALCOBAÇA
Este fim-de-semana conheci o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Nunca o tinha visitado antes e sinto-me envergonhada.
É vergonhoso para mim, haver no meu país tal maravilha da arquitectura Cisterciense e só agora a conhecer. É imperdoável para qualquer português. Mas, muito mais, para os que tenham possibilidades de viajar e gostem de viajar, e o façam. Fazem-no para o estrangeiro, onde visitam mosteiros, catedrais, palácios, museus, grutas... e veem de lá deslumbrados. E desconhecem as maravilhas da sua terra, do seu país. Coisas tanto ou mais preciosas que as que veem lá fora, que estão mesmo ao pé da porta e se podem conhecer com muito pouco gasto. Basta apenas ter alguma disponibilidade de tempo, que sempre se arranja.
Vale a pena dispor desse tempo para conhecer o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.
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